Com um enredo que transita entre o romance e as questões que versam sobre razão e espiritualidade, as cenas marcam com uma boa dose de suspensa, terror e confronto entre a natureza humana, dogmas e fé.
Para quem gosta de terror, romance, confrontos ideológicos e uma boa pitada de sensualidade com um sútil erotismo, essa é uma leitura que certamente entrega esses elementos.
O livro que pode ser lido com a vestimenta de literatura tradicional também está em forma de Dramaturgia.
Leia na entonação que preferi, o fato é que, depois de ler “O Confessionário”, a frase inevitável será: “Livrai-nos do Mal!”























