A Medicina Tradicional Africana está a ganhar espaço em debates estruturados sobre políticas públicas, educação, património cultural e reforma dos sistemas de saúde. O Supreme Council of African Ancestral Kings and Royalties (SCOAAKAR), sediado na Nigéria, tem vindo a reforçar a cooperação institucional com governos, universidades, centros de investigação e sociedade civil em África, nas Caraíbas e na América Latina.
O seu trabalho centra-se na documentação do conhecimento médico indígena, na preservação das práticas culturais e no desenvolvimento de quadros responsáveis de regulamentação e investigação académica. Em vez de posicionar este conhecimento fora dos sistemas modernos, o SCOAAKAR promove a sua integração em ambientes científicos e educativos.

Durante uma recente conversa, Sua Eminência Real King Professor Ambassador Engineer Onyeche Promise Obinna sublinhou que grande parte do conhecimento médico tradicional africano continua a ser transmitido oralmente e corre risco de desaparecer. Destacou que a sua preservação deve ser tratada como uma prioridade cultural e nacional, através da cooperação entre praticantes tradicionais, universidades e instituições públicas.
A iniciativa reflete um esforço mais amplo para garantir que os sistemas de conhecimento indígena sejam preservados e estudados de forma responsável dentro de quadros de investigação, educação e política pública.
Texto De Redação:
Revista PeopleNews🇧🇷🇺🇸
Por/ Adrian Daisley
barbados, caribbean
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