MUSA DO BRASIL A ILUMINADA ISABELITA DOS PATINS

      Como foi a infância da Isabelita dos Patins?

      A minha infância não foi nada feliz, minha mãe separou-se do meu pai quando eu tinha nove anos e deixou sozinho meu pai com nós quatro. Eu sofri muito e sofri preconceito quando estava na Argentina e sofri muito com isso, e só fui ser feliz quando cheguei ao Brasil.
Conhecer cara a cara o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que foi uma pessoa muito importante na minha vida, e do personagem Isabelita.

      Quando a Isabelita veio para o Brasil?

O Jorge (Isabelita) chegou ao Rio de Janeiro em 31 de julho de 1970.

      Qual a importância do Brasil na vida da Isabelita?

A importância do Brasil na minha vida começou com 12 anos, meu pai trabalhava no correio e deu um cartão postal para cada filho, e no meu era o fim da noite, disse que lugar lindo, meu pai respondeu: se contenha olhando esse cartão porque você nunca vai conhecer o Brasil.
Por ironia da vida minha mãe largou meu pai com nós quatro, meu pai ligou para uma irmã que morava em Rosário e fui morar lá meu pai me inscreveu numa escola chamada número 91 Estados Unidos do Brasil nessa escola ensinava geografia e história e o hino do Brasil onde comemoravam todo dia 07 de setembro todos os anos.

      Quando a Isabelita veio para o Brasil?

      O Jorge (Isabelita) chegou ao Brasil em 21 de julho de 1830.

      Na vida da Isabelita.  Qual a importância do Brasil?

      Começou com 12 anos, meu pai trabalhava no correio e deu para cada filho um cartão postal que sobrou do laboratório e o meu era o Rio a noite e falei papai que lugar lindo e meu pai respondeu meu pai disse meu filho se contenta olhar esse cartão, pois você nunca vai conhecer o Brasil e por ironia da vida meu pai ligou para a irmã dele que morava em Rosário e fui morar lá e lá meu pai me colocou numa escola chama 91 Estado Unido do Brasil e nessa escola ensinava história, geografia e o hino do Brasil e lá comemorava o dia 7 de setembro todos os anos.

      Como surgiram os patins na vida da Isabelita?

      Comecei a patinar aos 9 anos até os 24 e ganhando vários campeonatos ainda como o menino Jorge, a Isabelita surgiu no Rio de Janeiro no Carnaval na Avenida Atlântica em frente ao Copacabana Palace em 1971.

O que a Isabelita gostaria de fazer, que ainda não fez?
Com 54 anos de carreira, agora quero fazer um documentário que vai virar um filme para que todos tenham a eterna lembrança da Isabelita dos Patins.
      Qual a importância da fama e do sucesso?

Faz parte das nossas vidas, mas tem que saber lidar e com ela. Pude conhecer o mundo, então foi realizado. A fama faz muito bem.

      A Isabelita dos Patins conseguiu tudo o que almejava?

      Consegui tudo que almejava e sonhava, comprar meu apartamento com essa imagem exatamente é uma grande realização e felicidade.
      Você imaginava ser um ícone aqui no Brasil?

     Olha, jamais imaginei que minha vida fosse mudar da água para o vinho e o Rio de Janeiro me deu vida. Na Argentina, patinava como menino e no carnaval eu vivia no armário desde os nove anos.

      Como você vê nos dias de hoje a comunidade LGBT, o que mudou e o que falta para melhorar em todos os aspectos?

      A comunidade está mais reconhecida e respeitada, mas falta empregabilidade para as travestis, transformistas e as meninas em geral, e o preconceito ainda continua.

      Quem é a Isabelita dos Patins?

      É um ser humano igual a todos, mais um ser iluminado, entidade que me protege e traz alegria a todos vocês.

      Na sua opinião, o que precisa para ser uma artista de sucesso?

      Ser humilde, simples e não se sentir estrela, é dando que a gente recebe e sempre reconhece o talento dos outros também.

      Um desejo que ainda não se realizou?

      Conhecer e ficar cara a cara com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que foi uma pessoa muito importante para o sucesso de Isabelita.

BRASIL
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Colunista
Neno Ferreira
Diretor da Comissão de Direitos Humanos da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI
Presidente da ONG AGANIM DIREITOS HUMANOS
Diretor do Conselho Comunitário de Segurança
Representante do Comitê Técnico Nacional de Saúde LGBT
Colunista do jornal de Hoje “Diversão e Lazer”
Colunista da Revista Barra Legal
Colunista do Jornal nos Bairros
Capelão da Ordem dos Capelães do Brasil

TEL: 21-965298991/26978803

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