Coluna Social
Socialite Mônica Conde
2° Edição Revista PeopleNews Capa: Dr Rey Dr Hollywood
Nascida em Ipanema, no Arpoador, morou em Buenos Aires muitos anos, quatro anos em Paris, Buenos Aires, bem mais por ter se casado, com espanhol fazia ponte entre Rio e Buenos Aires. (poliglota). Fala inglês Italiano Francês e Espanhol formado em Jornalismo Relações Públicas estudava muito. Por fazer turismo todos a conheciam, era tão conhecida que eles brincavam com ela: “Era mais conhecida que nota de um real”.
De família espanhola, ela tem os olhos claros, a família materna é do Uruguai. Politicamente é monarquista bisneta do Barão de vila Maria Barão no qual avisou ao imperador que mata grosso havia sido invadido e andou 47 dias a cavalo.
Viveu em países de monarquistas e gosta muito das tradições. Saber se vestir, sentar em uma mesa, saber comer, saber falar isso tudo não precisa necessariamente ser rico, isso se chama postura e educação de
Uma pessoa tradicionais,
Adora animais tem três cachorros lindos e são tratados com muito carinho, amava esporte na adolescência, surfava, praticou natação, com a vida muito ativa, ainda tinha uma dedicação enorme para com os filhos, uma mora nos Estados Unidos Patrícia e ainda criou quatro
crianças carentes que as mães abandonaram uma delas morreu. Sempre ocorria das mães colocarem as crianças no abrigo ou na porta de Mônica com mala e cuia.
Adora a dança do ventre, aprendeu com uma amiga que veio a falecer em Copacabana, foi rainha da bateria desfilou, União da Ilha do Governador, e atualmente devido à violência ela não participa mais do carnaval.
Aprendeu com os professores russos balé clássico e foi preparada para ser reconhecida fora do Brasil participou também de ballet clássico no teatro municipal.
Sobrinha de Manoel de Barros, poeta famoso mais conhecido entre os familiares como nequinho, faleceu aos 97 anos.
Seu nome original
MÔNICA DE FREITAS BARROS
Ao entrar para o meio artístico achou por bem mudar o sobrenome para
CONDE devido o sobrenome nome BARROS ser um nome tradicional e muito formal.
Sendo bisneta do Conde de Vivaldi eles vieram fugidos com problemas de guerra indo parar no Uruguai. Mônica é monarquista, mas, porém, super socializada, não gosta de desperdício, odeia pobreza e desigualdades sociais se você tem um empregado que dê a ele oportunidades para crescer e dar dignidade aos seus.
Têm ódio que o governo não dê educação a todos e que todos não tenham o direito de ir e vir direito de Liberdade.
No meio há tantas alegrias e acontecimento, Mônica nos conta um fato muito preocupante em relação ao nosso país:
“O Brasil é um país rico, não precisa ter fome, miséria, nada disso em relação ao agronegócio, o que falta é administração, porque é um país que tem tudo e ao mesmo tempo não tem nada devido à má política e a má administração e quando aparece uma pessoa boa eles tiram do mercado e botam para fora”.
Mônica Conde
Empresária, Digital Influencer, Empreendedora

Coluna:
Mulher Elegante Colunista: Mônica Conde
3° Edição/ Capa Empresário e Cineasta São Paulo, Peterson F Zecchi

TUDO SOBRE ANIMAIS
Mosquito vilões, que atacam todos os animais! Temos sérios problemas sanitários! Um dos maiores vilões é o mosquito, que ao picar pode transmitir várias doenças como Zika febre amarela, dengue simples ou hemorrágica. Leishmaniose (verme no coração) nossos cachorros são lindos queridos e cuidar deles é obrigação não podemos deixá-los ao frio pode ter hipotermia e morrer (o pinscher que tem o pelo curto é de fácil absorção) por exemplo.
A raiva é exclusivamente transmitida pelo morcego hematófago “vampiro” que pica animais. Não podemos nos esquecer da doença do carrapato estrela quando infectado por uma bactéria. A febre maculosa mata rapidamente para espantar
mosquitos ambientes da casa ou do seu trabalho com vinagre e borrifar um pouco nos animais diluídos em água.
Outros já aguentam mas as baixas temperaturas. Exemplo Husky Siberiano, devem ser vacinados e tratados com todo carinho, afinal esses queridinhos fazem parte da nossa família, cuide bem deles e ame-os !

Coluna:
Contos Verdadeiros Colunista:Mônica Conde
4° Edição/ Capa Ivete Sangalo

Amazônia Brasileira
Estão dizendo por aí que o Brasil é uma bomba climática e que o mundo vai sofrer as consequências, mentira! Não é discurso, são fatos: o Brasil é um país livre, extremamente
preservado. Você sabia que 66% do território brasileiro está totalmente conservado? Sabia que esse número chega a 84% quando o assunto é a Amazônia brasileira, e que 85% da energia elétrica consumida em todo o Brasil é renovável, vem de fonte renováveis? Quem faz a nossa Amazônia, nunca chegou a pisar nela, você acha que pode criticar sem sequer conhecer alguém que já esteve na Amazônia. Você sabia que o Brasil é responsável por um em cada cinco pratos de comida que são consumidos em todo mundo? Isso usando apenas 7% do nosso território para agricultura, enquanto 14% o território indígena protegido é. Os países do G20, responsáveis por 80% do PIB mundial, também são responsáveis por 78% do monóxido de carbono emitido na atmosfera. Já o brasileiro é responsável pela emissão de apenas 2%.
Enquanto eles dizem que nós estamos acabando com nossas florestas, os países deles não têm nem 5% do próprio território preservado.
Agora você sabe: alguns estão em guerra e nós preservamos quase nada, nós temos seis biomas e imensas partes nacionais, um litoral gigantesco. Países apontados como melhor país do planeta para os amantes da natureza, isso mostra que o Brasil tem o maior potencial do mundo para turismo de pandemia. Estamos prontos para receber visitantes de todas as regiões. Não é narrativa, são fatos.
Se você tem alguma dúvida em relação a esses fatos, venha conhecer o Brasil e ajude a compartilhar a verdade: o Brasil está longe de qualquer guerra, Brasil preservado, Amazônia preservada! De que lado você está? Espalhe a verdade, seja feliz!

Coluna:
Contos Verdadeiros Colunista: Mônica Conde
5° Edição/ Capa Jade Andrade.

NATAL DIFERENTE
Neste Natal, quero celebrar o amor e a alegria do laço de quem torna minha vida especial: meus amigos queridos e meus companheiros de quatro patas! Que essa noite seja cheia de risadas, abraços apertados e momentos inesquecíveis. Os cachorros, como sempre, estão prontos para espalhar carinho e receber aquele petisco especial de Natal! Que o espírito natalino encha nossos corações de esperança, gratidão e felicidade. Boas festas a todos, e que esse Natal seja tão especial quanto o amor que compartilhamos.
Era uma manhã ensolarada de primavera quando cheguei à fazenda dos meus avós. Assim que desci do carro, fui recebido pelos latidos animados dos cachorros. Lá estavam Freddo, um pinscher leal, e Bolinha, um vira-lata alegre que corria em círculos ao meu redor. Eles eram os verdadeiros guardiões daquele pedaço de paraíso.
A fazenda dos meus avós era um lugar mágico, cheia de cheiros de terra úmida, árvores frutíferas e o som dos pássaros. Logo depois do café da manhã, sempre com pão caseiro, manteiga fresca e leite tirado da vaca nossa, eu e os cachorros partíamos para explorar. Freddo sempre liderava, atento a qualquer movimento, enquanto Bolinha corria de um lado para o outro cheia de energia.
Passávamos pelos campos verdes, atravessando cercas. E adorava parar perto das mangueiras para beber água fresca e deixar a pele descansar, enquanto Freddo se deitava ao meu lado, vigilante, e Bolinha aproveitava para brincar com qualquer coisa que encontrasse, de gravetos e folhas secas.
Meus avós sempre diziam que o passeio era tanto para nós cachorros quanto para mim. Eles sabiam que eu adorava a liberdade de correr pelos campos e sentir o vento no rosto. Às vezes, meu avô se juntava a nós, contando histórias de quando ele era criança e brincava em aquelas mesmas terras com o avô dele.
No fim da tarde, voltávamos para a casa da fazenda, cansados, mas felizes. Eu sempre dava um último carinho em Freddo e Bolinha antes de entrar. Depois do jantar, sentávamos na varanda, olhando as estrelas. Os cachorros ficavam deitados aos nossos pés, e o silêncio da noite era quebrado apenas pelo som dos grilos e do vento.
Aqueles dias simples me fazem lembrar do puro amor dos meus avós e pela lealdade dos cachorros, são algumas das memórias mais doces que guardo até hoje.

Coluna:
Contos Verdadeiros Colunista: Mônica Conde
6° Edição/ Capa Dedé Santana

CARNAVAL ANIMADO
O Carnaval sempre foi uma época muito animada. É o momento de ir para as festas, dançar e se divertir com samba no pé. Quando eu era jovem, adorava essa época do ano. Decidi participar numa escola de samba, era minha surpresa, filha eleita da bateria. Contudo, havia um problema: eu escondia isso do meu pai, ele era muito severo por seu interior. Já minha mãe, espanhola, não se opunha a nada. Assim, eu desfilava com a rainha, liderando a ala que sempre ganhava o coqueteando no globo de ouro.
Para disfarçar, escolhi o nome Gigi, que eu adorava. A inspiração veio de um romance de Colette, uma escritora francesa de vanguarda. Sempre adorei desfilar na Avenida, com a platéia torcendo e vibrando. Era uma explosão de emoções, entusiasmo e aplausos por todos os lados. Eu nunca via pessoas tão realizadas com tudo aquilo. No entanto, como sempre, a vida tinha suas surpresas.
Meus primos Ivan e Paulo, que eram muito ricos, alugaram um camarote para reunir toda a família: tios, primos e todos os parentes. Paulo era discreto, mas Ivan, um verdadeiro playboy, levou um binóculo que para ninguém entendia bem o que. Quando entrei na Avenida com todo o gingado, usando um maiô dourado adornado com plumas e pérolas, Ivan comentou: “Olha as pernas daquela mulher. Nossa, que Linda! Deixa eu ver mais de perto”. Quando ficou com o binóculo, ficou chocado ao reconhecer sua prima Mônica.
Paulo exclamou: “É mentira! Não pode ser, estou vendo coisa errada! Não acredito que estou vendo!”. Ainda incrédulo, virou-se para Ivan e disse: “O que está acontecendo? Aquela mulher que eu disse ser linda nossa prima, Mônica!”.
“Não, você tomou uísque! Está surtando. Mônica não pode ser rainha de bateria, não está vendo que está chamando Gigi?! Rainha de bateria não tem nada a ver com Mônica”, rebateu Ivan.
Mas Paulo insistiu: “É a Mônica! Conheço, entendo, uma coisa não há dúvida, cheia de brigas e questionamentos. Aos poucos, no entanto, as minhas tias começaram a gostar da situação.
Uma delas, que era animadinha, adotou. Já a outra, mais narriza, contudo tudo meu pai, que imediatamente decretou que eu não entraria mais em casa.
Com essa decisão, fui parar na casa do Pedro, um amigo, e lá segui para cima de Friburgo que minha mãe tinha comprado. Passei a morar lá e adorava o lugar: era delicioso, com piscina, plantas e cachorros. Contudo, o episódio gerou um impasse na família. Meu pai não queria que eu voltasse para casa, enquanto minha mãe estava cansada das ideias retrógradas dele.
Após algumas semanas, minha mãe decidiu: “Minha filha, volte para casa. Não faz sentido continuarmos em um casamento assim com tudo isso acontecendo”. Ela deu um ultimato, e meu pai acabou ficando quieto. Voltei para casa, mas ele falava comigo. E assim permaneci.
Continuei desfilando, sambando e sendo destaque quase todos os anos, ao pouco tempo mais. Sempre amo o Carnaval. Hoje, porém, não desfilo mais por medo da violência que ocorre no Brasil e no Rio. Mas, se fosse como antigamente, eu seria a primeira a entrar na escola de samba no pé.
Recentemente, fui porta-bandeira da banda da SF Ferreira e, olha, uma porta-bandeira de primeira! Essa é uma história que compartilho com vocês: verdadeira e sincera. Um beijo e um coração para todos vocês. Bom Carnaval.

Coluna:
Contos Verdadeiros Colunista:Mônica Conde
7° Edição/ Capa Waguinho Montes Filho

MÃE, PALAVRA PEQUENA, MAS COM UM SIGNIFICADO IMENSO
Maio é o mês de celebrar você que, com amor, coragem e dedicação, construiu caminhos, enfrentou batalhas silenciosas e nunca deixou de ser abrigo, mesmo nos dias mais difíceis.
Você, que segurou minhas mãos quando eu estava aprendendo a andar. Que enxugou minhas lágrimas sem dizer uma palavra, porque sabia que, às vezes, o silêncio era forte, mesmo quando tudo dentro de você pedia descanso. Que sorri quando queria chorar, que ficou
acordada quando todos dormiam, e que deu o melhor de si mesmo quando não tinha quase nada.
Ser mãe é viver com o coração fora do peito. É sentir a dor e a alegria dos filhos como se fossem suas. É amar de forma tão profunda, tão intensa, que às vezes nem entendemos como cabe tanto amor em um só ser.
Hoje eu quero te agradecer. Por cada sacrifício invisível, por cada gesto de carinho, por cada conselho, por cada repreensão que mais tarde se revelou cuidadosa. Obrigado por nunca desistir de mim, mesmo quando eu quis desistir de tudo.
Feliz Dia das Mães! Que o universo retribua tudo o que você é e representa. Que nunca falte saúde, paz e motivos para sorrir. Que você sinta, hoje e sempre, o amor imenso que mora em mim por você.
Mãe: presença que é raiz, luz e direção. É lembrança, é saudade, é amizade, é conselho. É um filme que passa dentro de você, e com ela ao seu lado, você nunca esquece o que é amor.
Porque mãe é, para sempre, um símbolo de amor.

Coluna:
Contos Verdadeiros Colunista: Mônica Conde
8° Edição/ Capa CEO Fluzão Sandro De Pádua

O PLANETA ESTÁ PEDINDO SOCORRO – E ESSE EXEMPLO MOSTRA QUE A GENTE PODE FAZER DIFERENTE!
Gente, vocês sabiam que existe uma mancha de lixo no Oceano Pacífico do tamanho de três vezes a França? São 1,6 milhão de km de plástico, redes de pesca e detritos sufocando a vida marinha. Esse lixo flutuante é tão grande que parece impossível de ser combatido. Mas não é!
Exemplo é esse que eu estou enviando exatamente: em até 10 anos essa área pode estar despoluída. Já foram retiradas toneladas de resíduos, e tudo isso com um investimento menor do que o que os EUA gastam apenas em decoração de Halloween.
A responsável por essa iniciativa é a The Ocean Cleanup, criada por um jovem holandês visionário. Eles já removeram mais de 11 mil toneladas de plástico dos mares e rios ao redor do mundo. O sistema é incrível: uma barreira de 2,2 km puxada por dois barcos, que se move lentamente e coleta o lixo plástico sem prejudicar os peixes. Para garantir isso, a barreira tem quatro metros de profundidade, o suficiente para capturar apenas os resíduos flutuantes.
E sabe o melhor? Esse projeto tem um objetivo ousado: eliminar 90% do plástico flutuante dos oceanos até 2040!
Nós temos que aprender com os holandeses, porque eles são maravilhosos. Precisamos lutar cada dia para poluir menos o mundo. Afinal, se você polui a água, polui o ar, a terra e a atmosfera, com lixo, guerra e destruição, o mundo acaba. E isso é vocês querem? Não? Então vamos que vamos!
A pergunta é: vamos continuar assistindo ao planeta ser destruído ou vamos nos inspirar e agir? Porque, se a água, o ar e a terra forem sufocados, o futuro de nossos filhos e netos também será.
Essa é a maior limpeza dos oceanos do mundo e merece todo o reconhecimento. Compartilhe essa iniciativa. Fale sobre isso, cobre ações. O planeta ainda pode ser salvo!
Meu canal Mônica Conde Oficial recebeu o selo da ONU – Organização das Nações Unidas. Confere lá!

Coluna:
Contos Verdadeiros Colunista: Mônica Conde 9° Edição/ Capa Sônia lima

UM NATAL PARA LEMBRAR
Pois é, o Natal, querido leitor, sempre lembramos de caridade, bondade, paz e amor. E esse Natal, em especial, ficou marcado na minha memória como um dos mais significativos da minha vida.
Fui criada pelos meus avós, pessoas de coração imenso, que me ensinaram o verdadeiro sentido da família. Mas o tempo, o tempo plácido como ele é, levou meu avô, deixou a tia Clara, irmã da minha avó e por fim, o tio Carlos, meu padrasto querido. Foi então que você convidou meus pais para morarem conosco. Tudo parecia tranquilo, até que, quando eu tinha por volta de 13 ou 14 anos, você adoeceu.
Infelizmente, ela não resistiu. A casa mergulhou em luto. Minha mãe estava inconsolável. Foi então que eu sugeri:
Mamãe, vamos passar as férias na fazenda. Lá o ar do mato, o cheiro da relva e os animais vão nos fazer bem.
Ela concordou, e partimos. A fazenda era um refúgio: o friozinho da serra, o silêncio das árvores, o vento leve, tudo parecia um convite à paz. Mas mamãe mal usava o quarto. Eu
tentava animá-la, insistia para caminharmos um pouco, respirar o ar puro, mas ela permanecia triste, em silêncio.
Um dia, entrei na cozinha e sempre gostei de cozinhar, encontrei Miracia, a cozinheira, cercada pelas filhas. Uma delas tossia sem parar, com dificuldade para respirar. Perguntei o que havia, e Miracia respondeu afiada:
A queixa é essa dona.
Peguei a menina no colo e levei até minha mãe.
Mamãe, acho que está errado. Precisamos levar essa criança para a cidade.
Mamãe se assustou:
Mas pra onde ela vai, se nós também vamos embora? Sei que seu pai não vai aceitar! Pensa, se você estivesse aqui, ela não deixaria uma criança doente sem ajuda.
Depois de muita conversa, ela concordou. Meu pai, claro, ficou contrariado. Mas, no fim, entendeu que não era um problema, e sim uma solução.
A pequena se chamava Juju. Tinha dez anos, andava descalça e nunca havia usado sapatos. Levamos a menina conosco para o Rio de Janeiro. No começo, tudo era novidade: ela tinha medo da cidade, do elevador, das luzes, até fazia xixi nas calças de nervos. Aos poucos, foi se acostumando à nova vida.
Quando o Natal se aproximava, a casa já estava diferente. Enfeitei com guirlandas, luzinhas e uma grande árvore. Juju correu alegre pelos cômodos com meu cachorro Wendy. O clima, antes sombrio, se encheu de riso e esperança.
Eu me perguntava até quando ela ficaria conosco. Mas o tempo foi passando e, sem perceber, Juju se tornou parte da família. Ficou, estudou, cresceu, formou-se. Hoje vive no Rio, cheia de vida e alegria.
Aquele foi o Natal em que o luto deu lugar ao amor. O Natal em que a tristeza se transformou em um gesto de adoção, uma nova chance para todos nós.
Por isso, desejo que neste Natal você também se lembre: amar não seja uma surpresa, um animal ou simplesmente um gesto de amor, é sempre uma forma de reacender a luz dentro de cada coração.
Um beijo no coração e um feliz Natal! Mônica Conde
Rio de Janeiro
Instagram/ YouTube
@monicacondoficial Assessoria/ Denilson























